As fotos lindas são do fotógrafo Ramón Vasconcelos (9407 5769), tá gente?! É muito complicado fazer foto de comida e ele sabe fazer isso muito bem! As feinhas são minhas mesmo.
A pedidos de milhões e milhões de fãs espalhados pelo mundo [NOT], depois de um longo e tenebroso verão, volto com o TÁ NA MESA, para divertir, explicar, divagar e dar receitinhas também, pq é disso que o povo gosta. Enfim, ontem fui dar uma olhada no festival gastronômico do Brasil Sabor que está rolando no Natal Shopping até domingo. A programação é a seguinte:
Quarta –feira 25/05 17h UnP – SENAC - Oficina conjunta - prof. UnP|Marcelo Labre - coquetéis e bebidas em harmonização com o prato do prof. SENAC|Rodrigo Santana. 18h Piazzale 19h Manary 20h Âncora Caipira
Quinta –feira 26/05 17h Fast Grill 18h Cascudo Bistrô 19h Cervantes 20h Dom Vinicius
Sexta –feira 27/05 17h Galo do Alto 18h Tibério – precisa de auxiliares unp/senac 19h Camarões 20h Brocoió
Sábado 28/05 14h UnP - Profs Marcelo Labre e Mildred Negreiros 15h Sobradinho 16h Only Pizza 17h UnP - Marcelo Labre e Mildred Negreiros 18h Tábua de Carne 19h Cipó Brasil 20h Senac – Angelo Medeiros
Domingo 29/05 14h Basílicos 15h Senac - Juliano 16h Senac - Juliano 17h UnP – Chef Sônia Benevides 18h Bela Napoli 19h UnP - Wilton Nobre e Ester Carvalho 20h Jobim
Uma pesquisa realizada em 2009 pela Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária (Suvisa) da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) constatou excesso de agrotóxicos, ou utilização de inseticidas proibidos, em amostras de verduras, frutas e legumes recolhidos em 11 supermercados do estado. O levantamento é nacional e faz parte do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para).
O índice de amostras “insatisfatórias” em relação às exigências da Vigilância Sanitária, 23,74% no Rio Grande do Norte, ficou abaixo do percentual nacional, que foi de 29%. Ainda assim, os dados coletados nos supermercados potiguares serão encaminhados aos órgãos de fiscalização e também ao Ministério Público, para que seja firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto a produtores, Ceasa e supermercados.
Durante a apresentação dos dados da pesquisa, na manhã de ontem, a responsável pelo programa no Rio Grande do Norte, Célia Farias, destacou a necessidade de toda a cadeia produtiva e de distribuição agir conjuntamente, para evitar que o problema se agrave. Ela explicou que uma campanha educativa será realizada junto aos consumidores e destacou a necessidade de uma maior atenção em relação à origem dos produtos comercializados no mercado norte-riograndense.
Também presente à solenidade de divulgação da pesquisa, a especialista em Regulação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Fabiane Resende, enfatizou que um dos problemas registrados diz respeito à presença de excesso de agrotóxicos, ou por exagero no volume utilizado, ou por desrespeito ao tempo necessário entre a aplicação e a colheita das frutas, verduras e leguminosas. A outra irregularidade se refere ao uso de produtos, como inseticidas, proibidos, banidos ou ainda não registrados no País.
Em nível nacional, o Para avaliou mais de 3 mil amostras, de 20 diferentes produtos. O pimentão foi o que apresentou mais problemas, com 80% das amostras sendo consideradas insatisfatórias. No Rio Grande do Norte foram analisadas 139 amostras, cerca de sete para cada produto, e o abacaxi (com 4 insatisfatórias) foi um dos que apresentou índice mais negativo.
A pesquisa foi realizada no período de março a dezembro de 2009 e os resultados insatisfatórios encontrados já foram enviados aos supermercados, para que tomem providências em relação ao controle na qualidade dos alimentos.
Orientação aos consumidores
1 - Os consumidores devem optar por alimentos que tenham origem identificada, pois isso aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade do alimento, com a adoção de boas práticas agrícolas, fortalecendo as iniciativas dos programas estaduais e dos varejistas em garantir a rastreabilidade, para o controle dos alimentos.
2 - É importante ressaltar que os procedimentos de lavagem e retirada de casca e folhas externas de verduras podem contribuir para a redução de resíduos de agrotóxicos presentes apenas na superfície dos alimentos.
3 - Deve optar por consumir alimentos da época, ou produzidos por métodos de produção integrada, que a princípio recebem uma carga menor de agrotóxicos.
4 - O consumo de alimentos orgânicos também pode reduzir a exposição dietética aos agrotóxicos, além de contribuir para a manutenção de uma cadeia de alimentos ambientalmente mais saudáveis.
Cozinheiro, jornalista especializado em Gastronomia, trabalhei em restaurantes de Lisboa e Natal, dou aulas no SENAC e cursos particulares de gastronomia. Ah! Adoro comer caranguejo nas horas vagas.